
PSD Vista Vila das Aves
No inicio do mês de Março o PSD Santo Tirso a JSD e os Vereadores da oposição efectuaram uma visita ao comércio de Vila das Aves, a fim de se inteirar das preocupações e dúvidas dos comerciantes e clientes.
O PSD tem -se pautado por uma política de aproximação das populações e de presença junto dos cidadãos, pois assim acredita fazer uma oposição útil aos tirsenses.
O PSD tem -se pautado por uma política de aproximação das populações e de presença junto dos cidadãos, pois assim acredita fazer uma oposição útil aos tirsenses.


Mercado e Utentes Esquecidos
É um clima de grande insatisfação o que se vive no mercado de Vila das Aves. Quem o diz é a Comissão Política Concelhia do PSD de Santo Tirso que esteve no último sábado, 9 de Fevereiro, no referido mercado. “No contacto com os comerciantes, quer os que ocupam as lojas com carácter permanente, quer os que semanalmente utilizam aquele espaço, ficou claro, o enorme clima de insatisfação e descontentamento pelas péssimas condições e pelo avançado estado de degradação deste equipamento”.
Nota o PSD que “nalgumas das lojas ocupadas com carácter permanente e que são fundamentais para manter vivo aquele espaço, os índices de humidade e infiltrações são insustentáveis”. Mas em termos globais a situação não é melhor: “as condições físicas deste espaço, além de pouco apelativas, denotam níveis de degradação e desconforto que contribuem para o seu esvaziamento e constituem factores de repulsão, quer para os potenciais clientes, quer para os comerciantes”.
Em comunicado de imprensa, o PSD de Santo Tirso diz que o piso do recinto de feira se encontra em "péssimo estado de conservação, assim como os passeios que dão acesso ao mesmo e todos os arruamentos adjacentes".
Alega o partido que o "mercado de Vila das Aves, é um polo importante, quer para aqueles que ali exercem a sua actividade e daí retiram o sustento para as suas famílias, quer para os milhares de clientes que o frequentam, sendo que muitos são das freguesias de São Tomé de Negrelos, Rebordões, da zona do Vale e mesmo de outros concelhos". Teme, por isso o PSD que a viabilidade do mercado esteja comprometida caso não seja feita a curto prazo uma intervenção que permita a sua requalificação.
Os mesmos responsáveis políticos dizem-se conscientes de que a gestão do mercado/feira é da responsabilidade da Junta de Freguesia, sublinhando, porém, que "a diferença entre as despesas e as receitas não permite à Junta assumir responsabilidades na sua requalificação nem tão pouco na sua manutenção".
"São muitas as potencialidades deste espaço, e por isso apela à Câmara Municipal de Santo Tirso para que com carácter urgente desencadeia as necessárias diligências a fim de evitar a “morte” do Mercado/feira da Vila das Aves, conclui o PSD.
[EntreMargens]
Centro Cultural das Aves: JSD PROPÕE
Devido ao facto de ao longo de 2007 a JSD Aves ter tentado reunir com o Exmo. Director do Centro Cultural de Vila das Aves, mas sem efeito, tendo, para tal, enviado dois ofícios por carta registada a 18 de Abril e 26 de Setembro de 2007 e um por correio electrónico a 23 de Maio do mesmo ano, sendo todos recebidos com êxito.
A JSD, como estrutura política organizada, tem o direito e dever de solicitar este tipo de reuniões para apresentar os seus projectos, as suas ideias, e também para tirar algumas dúvidas acerca do que se desenvolve no CCVA. Para além de ninguém nos receber, nem sequer nos responderem aos ofícios, revelando uma falta de educação e falta de “saber-estar” em democracia. Desta forma, na impossibilidade manifestada pelo senhor Director do Centro Cultural de proceder à aceitação desta reunião, vimos apresentar as nossas propostas:
- Alargamento dos horários do Centro Cultural para além das 17h e aos fins-de-semana, para que as pessoas possam ter acesso à Biblioteca, à Internet e meios informáticos; incluindo o alargamento dos horários para visitar as exposições;
- O uso dos computadores deve ser exclusivamente para pesquisa e elaboração de trabalhos e uso de internet;
- A elaboração de um programa/agenda cultural próprio do Centro Cultural. Este deve ter a sua própria agenda à parte da Câmara Municipal de Santo Tirso. Desta forma se presta um verdadeiro serviço de cultura e formação às pessoas;
- Criação de concursos anuais de artes plásticas e fotografia, entre outras, junta das populações do concelho para fomentar a criatividade actividade cultural junto dos munícipes;
- Concertar o referido programa com as associações locais;
- Alargar a oferta cultural ao panorama nacional;
- Entradas gratuitas nos espectáculos para os estudantes do nosso concelho, para atrair os jovens à cultura;
- Criação de um centro de recursos com acesso a material audio-visual (filmes e música).
Entendemos desta forma, que com estas medidas se criará um Centro Cultural da e para a comunidade, e não um Centro Cultural fechado à população quando esta tem mais disponibilidade para lá se deslocar.
Na impossibilidade de sermos recebidos pelo Exmo. Director do Centro Cultural, aqui ficam as nossas propostas.
A CPN JSD Vila das Aves
As I Jornadas Eurico de Melo em Vila das Aves

“O papel da JSD na política local” constituiu o mote das Jornadas Eurico de Melo, iniciadas na Vila das Aves, numa iniciativa levada a cabo pela JSD de Santo Tirso.
Contudo, a grande figura da sessão acabou por ser o fundador e histórico do partido que até deu nome a esta iniciativa. Segundo deu conta Carlos Pacheco, presidente da JSD local, Eurico de Melo terá sugerido a atribuição do nome de Sá Carneiro as estas Jornadas mas a opção da juventude laranja foi no sentido de homenagear aquele fundador do PPD/PSD até porque, e como sublinhou Carlos Pacheco, “não é qualquer jota que tem uma figura como Eurico de Melo no seu concelho”.
E se Eurico de Melo não condicionou o debate, pelo menos fez com que o desenvolvimento económico e social do município tirsense acabasse por estar presente nesta primeira sessão das Jornadas agora iniciadas pela JSD. Eurico de Melo, que começou por se referiu à fundação do partido no início dos anos 60, depressa direccionou a sua atenção para o município não poupando o seu próprio partido, ao referir-se à divisão do concelho como uma “grande asneira”. “A separação da Trofa, de que todos os partidos são responsáveis, a começar pelo PSD, levou a que Santo Tirso ficasse com a sua actividade económica reduzida ao têxtil”. Sem revelar grandes esperanças para o sector, Eurico de Melo acima de tudo mostrou-se preocupado com a falta de estratégia no sentido do desenvolvimento económico do concelho.
“Onde estão os projectos, os estudos, as acções para sustentar e desenvolver a economia do concelho de Santo Tirso?”, questionou o fundador do PPD/PSD que não deixo de atribuir culpas por esta situação “aos que escolhemos para liderar politicamente o concelho”.No entender de Eurico de Melo, Santo Tirso tem condições para ter três fortes pólos de desenvolvimento, nomeadamente na sede do concelho, em Vila das Aves e S. Martinho do Campo mas para já não é isso o que se vê, ainda que, na sua opinião, “as Câmaras Municipais têm o dever de criar as bases para o progresso dos seus municípios”. Eurico de Melo foi mais longe ao referir-se ao espaço onde outrora a colossal empresa do Rio Vizela deu emprego a milhares de pessoas. “É preciso reanimar, reestruturar, fazer daquele espaço um foco de desenvolvimento industrial nesta terra”.Em Vila das Aves, Eurico de Melo, que em tempos se mostrou contra a regionalização, conforme o admitiu neste debate, afirma-se actualmente como um “combatente activo” a seu favor.
“Onde estão os projectos, os estudos, as acções para sustentar e desenvolver a economia do concelho de Santo Tirso?”, questionou o fundador do PPD/PSD que não deixo de atribuir culpas por esta situação “aos que escolhemos para liderar politicamente o concelho”.No entender de Eurico de Melo, Santo Tirso tem condições para ter três fortes pólos de desenvolvimento, nomeadamente na sede do concelho, em Vila das Aves e S. Martinho do Campo mas para já não é isso o que se vê, ainda que, na sua opinião, “as Câmaras Municipais têm o dever de criar as bases para o progresso dos seus municípios”. Eurico de Melo foi mais longe ao referir-se ao espaço onde outrora a colossal empresa do Rio Vizela deu emprego a milhares de pessoas. “É preciso reanimar, reestruturar, fazer daquele espaço um foco de desenvolvimento industrial nesta terra”.Em Vila das Aves, Eurico de Melo, que em tempos se mostrou contra a regionalização, conforme o admitiu neste debate, afirma-se actualmente como um “combatente activo” a seu favor.E para além disso, fala na necessidade de “uma nova constituição, muito mais presidencialista e menos parlamentar”.Ou seja, Eurico de Melo, a quem todos prestaram homenagem, acabou por ser a figura destas Jornadas, ou não precisasse o país de “figuras com a sua tarimba” referiu Pedro Pinto - presidente da Câmara de Paços de Ferreira e um dos oradores convidados desta sessão - e mais anda esta região. “No norte há muito tempo que
não se fala em vencer”, referiu o autarca que, acrescentou, mesmo correndo-se o risco de se ser considerado bairrista, “no Norte podemos e devemos fazer o debate sobre o que queremos”, até porque, sublinhou Pedro Pinto “um Norte Frágil é um país frágil”.Quanto ao tema das jornadas propriamente dito - “O papel da JSD na política local” – algumas ideias fortes: “a política de juventude não é uma política de recreio. É a política da educação, do emprego… é, no fundo, de tudo o que tem a ver com o futuro”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira.
não se fala em vencer”, referiu o autarca que, acrescentou, mesmo correndo-se o risco de se ser considerado bairrista, “no Norte podemos e devemos fazer o debate sobre o que queremos”, até porque, sublinhou Pedro Pinto “um Norte Frágil é um país frágil”.Quanto ao tema das jornadas propriamente dito - “O papel da JSD na política local” – algumas ideias fortes: “a política de juventude não é uma política de recreio. É a política da educação, do emprego… é, no fundo, de tudo o que tem a ver com o futuro”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira.Já o presidente da Comissão Nacional da JSD, Pedro Rodrigues focou o aspecto da formação e a necessidade de a jota formar “verdadeiros valores políticos” pois só assim conseguirá ser alternativa credível, não deixando, contudo de apelar para que a “os jovens assumam a irreverência” que lhes é natural.
Rui Sousa, presidente da Junta de Freguesia de Bagunte (Vila do Conde) foi outro dos oradores convidados, detendo-se sobretudo na sua experiência enquanto autarca de uma freguesia de cor política diferente da da Câmara Municipal. E acima de tudo falou de dificuldades: dificuldade em lidar com um “dinossauro” do poder local, mas também dificuldade em mobilizar uma juventude que não tem um papel muito activo na sociedade.
in "Entremargens"
Assembleia de Freguesia
No próximo sábado, 15 de Dezembro, pelas 15h, haverá Assembleia de Freguesia, no Salão Nobre da Junta de Freguesia.
Da ordem de trabalhos consta:
Da ordem de trabalhos consta:
- Informações do Executivo;
- Plano de Actividades e Orçamento para 2008;
- Plano Pluriaual de Investimentos PPI;
- Regulamento do Novo Cemitério;
- Regulamento de taxas (actualização);
- Concurso para Coveiro;
- Toponímia;
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